Últimas postagens Acompanhe nossas postagens abaixo

Porque não voto em BOLSONARO?

Caros amigos e amigas, 
Após longo período sem poder contribuir com textos reflexivos nesse blog, devido a uma série de eventualidades e compromissos profissionais e pessoais, retomo minhas atividades de produção textual para abrirmos debates e discussões sobre as mais variadas temáticas. Esta, de modo especial, configura-se no âmbito da política. Desde já, me coloco a disposição para futuros debates e trocas de ideias sobre os conteúdos que aqui abordar.

Depois de já ter sido indagado algumas vezes sobre meu posicionamento político e sobre em quem vou votar em 2018 para presidente da república e se votaria em Bolsonaro, resolvi escrever esse pequeno texto elencando algumas das principais RAZÕES do porque não votaria nesse candidato, caso ele se candidate.

A primeira e mais importante de todas: “Todo extremismo e/ou radicalismo é preocupante e deve ser rejeitado” o que me torna avidamente contra (no sentido de opinião) quem defende tal postura ou exerce tal prática. A história tem me ensinado que os extremismos e/ou radicalismos tendem a gerar atitudes drásticas e realidades autoritárias e opressoras, ainda que travestidas de “democracia”. Não parto de uma análise do ponto de vista do achismo, mas de minuciosas observações a comportamentos, falas e posicionamentos que sinalizam uma personalidade extremista/radical. Obviamente, o extremista/radical (consciente ou inconsciente) não defende essa prática como uma forma negativa, mas positiva e até necessária para se alcançar um BEM maior. Mas, no decorrer do percurso do estabelecimento de seu extremismo/radicalismo ele (ou ela, a pessoa que vê nessa atitude o meio de libertação) percebe que o poder que lhe foi dado em nome do tal BEM maior (pois ele entende que tem um ALVARÁ de ação por parte do povo) pode ser usado para outros fins que ele/ela, somente ele/ela, entende ser necessários. E pronto, criamos mais um monstro com o qual não saberemos lidar.

A segunda, que se divide em duas, seria o fato de que a suposta “campanha” do suposto “candidato” já está contaminada de um populismo e oportunismo. A história nos mostra, desde Vargas a Lula, que os políticos um tanto populistas tendem a conquistar cada vez mais a confiança do povo para se chegar ao poder e, uma vez lá, desvirtuam-se e despem-se de toda aquela caracterização de “a favor do povo” (ainda que continuem a alimentar a devoção popular com pequenas migalhas) e tornam-se tão elitistas quanto aqueles que tanto criticavam quando estavam no chamado “meio popular”. E o oportunista (ainda que demore), como bem disse Maquiavel ao se valer do conceito de fortuna, espera o momento certo, a oportunidade certa para chegar ao poder, pois sabe que, mais cedo ou mais tarde, o povo cansa, desanima, desconfia e se desespera com o que tem no momento e apela para um “algo” que caminha contra a chamada “maré” do que está estabelecido e promete ser uma mudança, ainda que essa mudança não seja exatamente a que esse povo espera no momento, mas para romper com o que se tem aceita até o que não tem (o fato de não ter propriedades para ser o que se almeja). É ai que surge o oportunista, aquele que usa do discurso “eu vou fazer diferente do que está aí!”, “o que tem aí é podre e ruim!”, “não vou permitir que essas coisas aconteçam mais!”, e ao chegar ao poder, não sei se porque antes era um ingênuo ou se é tão mau caráter e dissimulado que mentiu o tempo todo, o oportunista faz exatamente a mesma coisa (às vezes um pouco menos ou um pouco mais) daquele que já estava lá e que tanto criticou.

E uma terceira razão, e talvez a mais incompreendida, é o fato de que não se pode mudar os personagens se a peça/novela ainda é exatamente a mesma, ou seja, só teremos modificações nas expressões corporais e linguísticas, mas as cenas sempre serão as mesmas. Explico-me! Tanto o adepto da direita, como da esquerda ou do centro político não conseguem entender essa “razão” porque ele está completamente contaminado, imbuído, afetado pela paixão do que ele/ela “acredita” ser a melhor opção. Ele/Ela não entende uma política apartidária, uma humanidade que está acima do partido e o submete sem que por ele seja submetido. Entende que o partido e/ou pessoa é a “salvação” que se espera, ou seja, o partido e/ou indivíduo está acima da “virtude” e da essência humana que é a busca de um bem comum de todos e não dos seus coligados ou de seus interesses pessoais, quando na verdade o governante deveria ter intrínseco que a função para a qual foi eleito a exercer é um dedicar-se em prol do bem comum e de uma “causa” que transcende as incoerências humanas.

Neste sentido, o candidato a governante deve estar imbuído de um “temor” de que o que está assumindo é extremamente comprometedor (no sentido real da palavra) e o faça temer a não agir se não for com responsabilidade e coerência. Totalmente o contrário do nosso cenário político brasileiro atual. Os políticos não temem a responsabilidade do cargo, as consequências da ingerência, da corrupção, do descaso, eles têm consigo uma certeza tão clara de que não sofrerão punições, que não só operam seus desmandos como contaminam aqueles que ainda não o fazem. Não precisamos mudar personagens, precisamos mudar o roteiro, o cenário, a peça. E neste momento, você leitor, deve estar se perguntando: “como vamos fazer isso se já se tentou de tudo e nada muda?” ou “não é justamente por essa mudança que se recorre a opções como um Bolsonaro ou certos radicalismos?” ou “ainda que se consiga mudar uma ou outra coisa, esse mal sempre estará lá!”.

Num outro texto que escrevi nesse blog sugeri um conceito, que é um neologismo, que supõe uma prática – para não ficar somente no âmbito do pensar, pensar e nada acontece –, uma realidade política chamada de demosofocracia, a junção de três termos gregos: demos – povo, sophos­ – sábio e kratia­ – poder/governo. Ou seja, a realidade acima só muda quando o povo assumir seu papel de sábio – aquele que sabe o que é e o que faz, entende sua existência e seu poder – e governa os rumos da política. Podemos continuar com a democracia representativa, onde escolhemos alguém para nos representar no cenário político, mas, em hipótese alguma, esse povo sábio concordará que seu representante arrogue-se como autoridade máxima para decidir, por conta própria – como acontece aqui no Brasil e em vários lugares – se determinadas medidas “ruins” são necessárias, o que supõe, geralmente, um interesse de classes minoritárias e o benefício a oligarquias.

Outros podem pensar: “isso é utopia demais!”, “nunca vamos conseguir gerar uma população assim, sábia!”. Mas, ninguém disse que seria fácil ou imediato, tampouco que possa ser exatamente como se deseja. O processo é gradativo, às vezes lento, às vezes torna-se necessário o que chamo de “trauma político”, que conduz ao aprendizado político. Neste caso, cabe uma metáfora: quem em sã consciência acharia possível ou necessário o uso do pé para escrever, comer, tocar um instrumento quando se tem a mão que já está previamente adaptada a tal serviço? Ou seja, não tentamos algo extramente incomum, como a recusa a todos os candidatos que temos e ao sistema político que temos porque ainda há essa forma como a dita “ideal”. O trauma político trará ao povo uma ojeriza a tudo que está ai, exatamente e extremamente tudo, o fará recorrer a outros meios, que no momento, parecem inusitados. Esse trauma político parte de uma realidade de decepção, de rejeição total, de niilismo e desconstrução, ou seja, amputação das mãos – metaforicamente falando – para se recorrer aos pés. Precisamos entender que há outra forma de governo, a que não aceita qualquer tipo de governança, a que rejeita prontamente e imediatamente uma postura política indevida, venha ela de quem vier do partido que for da pessoa que for.

Alguns podem acreditar que uma pessoa como Bolsonaro possa ser esse mecanismo de mudança da política suja e corrupta que temos. No entanto, eu penso que ele seria, nesse caso, nada mais nada menos que mais um instrumento ou fase do “trauma político” necessário. Por entender que o povo ainda estará depositando uma atitude (responsabilidade política), que é sua obrigação, numa pessoa rotulada como “salvador”. O povo tem que entender que a pessoa “governante” é um funcionário que deve temer a demissão, caso trabalhe erroneamente. O povo tem que entender que um candidato deve ter bem claro que ele não é um “salvador”, ele é um prestador de serviços, e caso seus serviços não correspondam ao que se espera, procura-se outro servidor. É essa maturidade política que devemos almejar. Isso leva tempo, exige esforço e compromisso, e se essas condições não vierem por consciência, virão pela dor de um “trauma político”.

Podemos ser as pessoas que estão à frente dos que ainda pensam de forma partidária e ingênua. Podemos entender esse processo e esperar por sua efetivação, mas precisamos contagiar e ensinar o máximo de pessoas que pudermos, para que, quando o “trauma político” se efetivar elas lembrem-se que um dia já se ouviu falar sobre isso e de que chegou o momento de tomar as rédeas da direção, que é nossa, do coletivo, e não de um ou de alguns poucos. A massa (povão), ainda, só entende fatos e o presente, ela não consegue ler a história e, tampouco, compreender e prever situações futuras. Não por incapacidade ou fraqueza, mas porque ainda não teve acesso à informação e não entende a capacidade que tem de compreender o mundo ao seu redor. Além disso, a mídia, as multinacionais, os sistemas dominantes investem pesado para que essa massa (povão) continue no mínimo, no anonimato, na dependência. Enquanto não entendermos que há um sistema que nos manipula para sermos os “servos” da política ao invés de “senhores” não há salvador ou ideólogo que resolva os problemas que estão aí.


Professor Ivan Carlos Reis de Oliveira.

O CASO DO ESTÁDIO MUNICIPAL | Por Kako Oliveira

Foto (Reprodução)
Vamos de encontro aos fatos.

A construção do Estádio Municipal de Quijingue foi muito importante para os amantes do futebol. Parecia algo que daria certo, sem dúvidas, más com o passar do tempo à falta de planejamento junto com a falta de vontade fez daquele palco (Gramado, Sistema de Irrigação, bem organizado) um simples terreno murado para a prática esportiva. É tanto dinheiro na Secretaria municipal de Cultura, Esporte e Turismo pra NADA, ou melhor, pra FESTAS.

Paixão política, um sentimento desequilibrado

Apesar de o homem ser dotado de inteligência e razão, o que o difere dos demais animais, muitas das vezes ele deixa de lado tais atributos para agir apenas pela emoção. Nada de errado deixar com que a emoção tome parte nas atitudes, principalmente nos dias de hoje onde o sentimento deu lugar a selvageria. Afinal, como já dizia um sábio: “o coração tem razões que a própria razão desconhece”.

A SOLIDÃO DE BARBOSA E O PONTO FORA DA CURVA!...

Dizer que o STF começou a desdizer ontem o que foi dito durante todo o processo do Mensalão não é cometer nenhuma impropriedade. Lá atrás, Marco Aurélio classificou o grupo como “uma quadrilha das mais complexas”; Celso de Mello como” sofisticada”; Ayres Britto lhe atribuiu “organicidade visceral”.

Mensalão: juízes indicados por Dilma absolvem mensaleiros de “formação de quadrilha”

Estavam todos já condenados pelo plenário do STF, mas os Ministros indicados por Dilma revisaram o julgamento original. Lamentável para o Brasil.

O STF condenou os mensaleiros por corrupção e formação de quadrilha, entre outros crimes. Depois disso, Dilma nomeou outros dois ministros que, agora, ajudaram a reverter aquele julgamento. Os outros três que não concordavam com a condenação, todos nomeados Dilma/Lula, formaram a maioria que absolveu os criminosos.

Quanto vale uma vida?

É necessário realmente que aconteça alguma tragédia para que governantes e/ou responsáveis pela saúde pública possam tomar alguma providência? A trágica morte do jovem Rivaldo, irmão do vereador Reginaldo trouxe para nós quijinguenses um sentimento de medo, de insegurança, de impotência diante de possíveis acidentes os quais qualquer um de nós estamos sujeitos. Mas será que é mesmo necessário que vidas sejam ceifadas para que desperte em nós esta reflexão? Por que não cobrarmos das nossas autoridades providências antes que uma vida seja sacrificada? Por que as nossas autoridades não procuram prevenir tais acontecimentos?

A odiolização da política local não é de hoje

No discurso tudo é bonito. Se fossemos avaliar um governo apenas pela homilia, o governo que se instalou em 1º de janeiro de 2013, seria o mais democrático que já se viu em Quijingue; respeita os direitos civis, pratica a transparência e estabelece o diálogo com a sociedade e seus segmentos. No discurso, é um governo sério que preza pela característica mais distintiva da soberania popular, o princípio da isonomia.  Mas, quando se observa, na prática o governo é outro.

Através de mensagens nas redes sociais, usuários da internet criticam, veementemente, a circunstância pela qual passa o hospital de Quijingue

O acontecido neste final de semana, incluído a ausência de uma ambulância no Hospital Municipal de Quijngue para socorrer um jovem atropelado na pista, levando-o à óbito, tem despertado críticas dos usuários da internet com relação a situação pela qual se encontra a saúde pública do município.

ALERTA GERAL | Por Betinho


Se tudo ocorrer como esperado, ao longo das sessões legislativas que se abre no próximo dia 17/02/2014 para o segundo ano da Legislatura do quadriênio 2012/2016, frutificarão na cabeça da presidenta da Câmara de Quijingue um enorme embrólio jurídico e político - como também terá que se debruçar sobre os projetos de Lei que serão enviados pelo executivo para apreciação da casa, notadamente no que diz respeito a reforma tributária que o gestor pretende fazer.

A PASSIVIDADE DE UM POVO E SUAS CONSEQUÊNCIAS | Por: Enaldo Brito e Zé Aldo Rabelo

Hoje, se alguém tem um mal súbito ou mal-estar sério de saúde, deve ser conduzido rapidamente para outros chãos, como Euclides da Cunha, Tucano, Ribeira do Pombal, Feira de Santana, Salvador e, até, Aracaju.

Marcha em prol da BA 381 | Por Enaldo Brito

O Quijinguense, creiam todos vocês, foi o primeiro cidadão brasileiro a se rebelar contra a corrupção na administração pública por meio daquele insipiente ato 'XÔ CORRUPÇÃO', ocorrido em abril de 2012.

O FIM DA FARSA! | Por Betinho

“Passado as comemorações de final de ano, onde muitos colocaram o sapatinho debaixo da cama à espera quase intangível de ver as atitudes do gestor do município de Quijingue tomar outro rumo e, que logicamente o papai Noel nem deu sinal de vida”. De volta a realidade crua, a maneira como foi articulada e idealizada a manobra para acabar ou anular a CPI da “pampulha”, como ficou conhecida não poderia mesmo ter um epílogo menos indecente, influenciadas pelos escândalos das notas fiscais “frias” de uma administração mergulhada  em um “mar de lama podre”, e uma Câmara de vereadores com sinais nítidos de ditadura militar.

Tudo começou com a aprovação do requerimento do vereador Clovis Cavalcante na sessão ordinária do dia 10 de dezembro de 2013, para apurar fatos determinados com prazo certo de duração. O requerimento foi aprovado por 1/3 dos membros Câmara Municipal por deliberação do plenário, onde foi observado o quorum previsto regimentalmente, como dispõe o artigo 27§ 4º da Lei Orgânica do Município e os pressupostos formais e substanciais.

Registre-se que o requerimento que pedia a instalação da CPI foi enriquecido com justificativa, na qual delineou, com clareza e precisão, o alcance da investigação que se pretendia realizar por meio da Comissão Parlamentar de Inquérito, aspecto este solenemente desprezado pela presidente da Câmara de Vereadores de Quijingue.

Acrescente-se, ainda, que a pluralidade de fatos narrados no pedido de instauração da CPI encontra-se interligada com o objeto central do pedido, qual seja, o da averiguação de fatos determinados relativos a abusos ou ilegalidade do poder público.

Ao meu ver, e da maioria esmagadora de jurista conceituados, a instauração do inquérito parlamentar está vinculada unicamente, a satisfação de 03 (três) exigências definidas, de modo taxativo, no texto da carta política: 1º- é o pressuposto formal, que o requerimento contenha , no mínimo 1/3 dos vereadores. 2- o pressuposto substancial, que é apuração do fato determinado a ser objeto da investigação. 3- pressuposto temporal, que é o prazo certo. Preenchidos os requisitos constitucionais, impõe-se a criação da CPI, que não depende, por isso mesmo, da vontade aquiescente da maioria legislativa ou de qualquer outro regimento interno. O RESTO É INVENCIONICE DO VEREADOR OU DOS VEREADORES.

Estou usando termos técnicos porque o MANDADO DE SEGURANÇA impetrado pelo o vereador Clovis Cavalcante e subscrito por mim, que foi dado entrada no dia 09 de janeiro de 2014 e distribuída na única vara da fazenda pública da comarca de Euclides da Cunha, com o objetivo de anular a sessão do dia 17 de dezembro de 2013, está com a mesma linha de pensamento.

Em defesa ao direito das minorias parlamentares, decidiu o Supremo Tribunal Federal que, preenchidos os requisitos constitucionais do art. 58, § 3º, da Constituição Federal existe “direito público subjetivo, nesse dispositivo assegurado, às minorias legislativa, de ver instaurado o inquérito parlamentar, com apoio no direito de oposição, legitimo consectário do principio democrático”. E conclui ser obrigação a instalação da CPI.

Os vereadores Clovis Cavalcante e Antonio Brito mesmo de lado opostos foram taxativos em afirmar que “Nunca houve nessa Câmara a obrigatoriedade de juntar o requerimento no prazo de 24 horas”

Muito pouca gente deve lembrar de alguma ocasião em que se falou tanto de corrupção de uma administração como se fala atualmente e de um vereador que tentar blindar um governo qualitativa e quantitativamente desorganizado e enfraquecido moralmente e politicamente.

Analisando os autos, não se enxerga nulidade alguma no “requerimento” como quis parecer crer o líder do governo, onde fez, como sempre sua defesa prévia com discurso moralista, ancorado em um pilar que fez, faz e fará mal aos cidadãos quijinguense por muitos anos, em uma armadilha montada pelo gestor que não teve a humildade de admitir os erros cometidos e enfrentar as forças da oposição, deixando, assim, transparecer que o escândalo parecem maiores e mais graves do que realmente são.

Muita conversa e discursos medievais na Câmara de vereadores de Quijingue na última sessão, como se viu e se vê. Mas será que valeu a pena mesmo terem impedido o funcionamento da CPI? Não! Num olhar mais atento logo se vê que foi uma manobra política e covarde perpetrada pelo líder do governo e deferida pela presidenta da casa.

Gasta-se muito latim em Quijingue, também, com lembranças e discursos do Vereador Reginaldo, como se ele fosse um herói da história recente. Mas, quando se sai da biografia e vai ver a obra, o que aparece? Na vida como ela é, aparece um cidadão que achou possível se assemelhar a um “deus”; e isso sem combinar com a população. E, esqueceu de olhar rapidamente no espelho e enxergar a verdadeira face do mal: um “farsante”, um “aloprado”, um “irresponsável”.

É uma vergonha! Vergonha! Vegonha!


AUTOR: Felisberto Filho,”Betinho” é advogado, pós-graduado na área de Gestão, Controladoria e Auditória de Contas Públicas Municipais e, Mestrado em Ciências Criminais.


QUIJINGUE E O ETERNO ENGODO DA RODOVIA BA-381 – ATÉ QUANDO FICAREMOS CALADOS?

“Se não há representante político local que insista e exija a tal estrada, que façamos nós mesmos, diretamente!

“Fazermos um movimento ordeiro, mas combativo e resolvido, no sentido de bloquearmos, nos dois sentidos, a BR-116, nas proximidades do entroncamento, exigindo do Governo do Estado uma reconstrução decente, e que seja duradoura, da Rodovia BA-381.

Mais revelações: depois de ter acessado a documentação, Betinho afirma que as notas fiscais utilizadas na aquisição dos eletroeletrônicos são falsas

O texto do Betinho enviado ao nosso blog:

A FRAUDE

O vereador Reginaldo, tornou-se o segundo homem mais influente dessa administração, transferindo prerrogativas para si; pois quem aparece caminhando e conversando ao pé de ouvido do prefeito é ele,- o vereador – que, a partir da posse do gestor (prefeito), tem a primazia de interferir nas nomeações e demissões de servidores, (principalmente no distrito de algodões), nas postulações por cargos e outras benesses e, até fazer a defesa prévia dessa insignificante administração. (se é que pode chamar de administração!).

O apreço pelo poder e tudo que dele decorre, transformou o vereador que era bem visto e quisto pela população, em o vereador mais rejeitado e odiado. Enfrenta, hoje, a resistência de um a cada dois eleitores que votaram nele na última eleição. Pessoas que dizem abertamente que não votam de jeito nenhum nele,

Transformou-se no inverso da moral; uma fraude; uma farsa; um falsário; as ideias tornadas públicas que supostamente lutava em favor do povo, é esquecer. Nos últimos meses sua exclusiva missão é blindar o governo da corrupção, contra tudo e contra todos, sem exceção. E faz isso bem ao seu estilo! Bem remunerado, bem pago com dinheiro do contribuinte.

Analisando os autos de dezenas de acusações que foram feitas por esse vereador contra administrações passadas, como por exemplo: “prefeito não prioriza a agricultura” e “empresas de Feira de Santana e Euclides da Cunha receberam da prefeitura mais de R$ 400,000,00 no mês de dezembro de 2011” mais “super faturamento em contratação de bandas pelo prefeito” ainda” vereador Reginaldo solicita cópia de documentos à secretaria de saúde”, “ Vereador Vando, ganha da prefeitura de Quijingue, sem trabalhar” alegava na época, inclusive ser medida de justiça as denúncias formalizadas por ele.

Hoje, as denúncias de “Servidores contratados pela prefeitura estariam sendo pressionados pelo vereador Reginaldo a terem que repartir com outras pessoas” e “ suspeita de superfaturamento na contratação de empresas por parte do prefeito”, compra de aparelho de sinal de celular superfaturado no mínimo 10 vezes acima do que foi gasto, notas fiscais “frias” na compra de eletrodoméstico em uma loja de móveis que pertence ao irmão de Sr. Osvaldo Moreira, que são mais graves, são tidas pelo edis como gesto desesperado da oposição, mera especulação política.

Depois de fracassar na tentativa de barrar a CPI, que está sendo chamada de CPI da “papuda” uma referência aos condenados do mensalão de Brasília, o vereador tenta a todo custo anular a sessão do dia 10 de dezembro de 2013, reforçando a determinação para que ninguém do governo engrosse o coro em solidariedade a CPI.

Salta os olhos a mudança de atitude desse vereador. Antes, afirmava que sonhava com os mais necessitados. Hojé sonha com o dia 10, dia 20 e dia 30. O raciocínio é simples: sonha todos os dias quanto foi depositado em sua conta.

Certo é que como representante do povo, deve respeitar a decisão do colegiado, o previsto regimentalmente na Lei orgânica do município e deixar a CPI seguir seu curso normal das investigações. A não ser que as notas sejam “frias”! tive acesso a esses documentos e posso afirmar que as notas são falsas como é o vereador em corpo e espírito.

De outro lado a população deve se dirigir a Câmara de vereadores nesta terça-feira e rechaçar a ideia dos vereadores de barrar a CPI.

Vereador

Você é também uma vergonha!

Felisberto Filho,”Betinho” é advogado, pós-graduado na área de Gestão, Controladoria e Auditória de Contas Públicas Municipais e, Mestrado em Ciências Criminais.


Nota

O Desgoverno

Por Felisberto Filho (Betinho)

“Onde está que não se vê, onde está que não se vê o dinheiro dessa prefeitura?” Este está sendo o lema entoado por todos ou, quase todos os cidadãos da Cidade de Quijingue. Não é demais repetir esta frase quando o dinheiro dessa administração escasseia, quando o dinheiro está indo para o ralo e fica evidente que ele escoa para o Bairro do Cabula na Cidade do salvador.

O dinheiro certamente não está indo para os mais necessitados ou para aumento de salário dos professores – e, claro, acaba sendo desviado para que o gestor faça turismo em Salvador. Sejamos justos: esse gestor nunca demonstrou gostar de trabalhar. Ora, onde já si viu locar um carrão em Salvador por uma fortuna, para ficar a disposição de um gestor que não trabalha, só demonstra que o gestor definitivamente não reside no município de Quijingue, não é mesmo?

A ironia é que o maior sustentáculo da atual administração foi “o povão”. Esse mesmo povão que hoje clama por melhorias em todas as bases do governo e, sem sucesso, implora, também, que o gestor pare com as lambanças e com a roubalheira.

A população está com toda razão e, se pergunta como não adivinhou antes o que este prefeito se transformaria hoje, o inverso da moral; uma fraude; uma farsa; um falsário; as idéias tornadas públicas que supostamente lutava em favor do povo, é esquecer, passar uma borracha no que foi dito e que ele opinou, a verdade é que ele sempre foi regido pelo apego ao dinheiro, aos bens materiais.

A meta desse gestor era governar sem ter uma alma penada, que denunciasse o mar de lama que se transformou essa administração, com índices alarmantes de incompetência e enriquecimento sem causa.

De outro lado a administração tenta a todo custo convencer a população de que não existe corrupção e má administração. Resultado: a população não acredita mais nessa administração e afirma que dará a resposta nas próximas eleições. Essa administração é ruim? Sim. Poderia estar melhor? Sim. Na média, portanto, não há como dizer que essa administração irá melhorar ou tomar um rumo digno para suavizar o sofrimento do “povão”.

Certo é que tem secretário e políticos que dão sustentação a essa administração que são verdadeiros oportunistas e vociferam contra o próprio governo dessa má sucedida administração.

Comungo com todos aqueles que acham que Ingratidão com o povo deveria estar descriminado no Código Penal Brasileiro, tipificado como crime e que a pena seria a decapitação da cabeça, pois não serve para quase nada.....a não ser para fazer maldade com seus semelhantes.

Prefeito.

Você é uma vergonha! Vergonha! Vergonha!
 
Felisberto Filho,”Betinho” é advogado, pós-graduado na área de Gestão, Controladoria e Auditória de Contas Públicas Municipais e, Mestrado em Ciências Criminais.

Você pode ler outros textos deste mesmo autor, clicando no MENU deste blog.

O PT não gosta da democracia


Do Blog de Marco Antonio Villa, postado por Alainne C. Costa (Redação Folha da Vila)

O PT não gosta da democracia. E não é de hoje. Desde sua fundação foi predominante no partido a concepção de que a democracia não passava de mero instrumento para a tomada do poder. Deve ser recordado que o partido votou contra a aprovação da Constituição de 1988 – e alguns dos seus parlamentares não queriam sequer assinar a Carta. 

Depois, com a conquista das primeiras prefeituras, a democracia passou a significar a possibilidade de ter acesso aos orçamentos municipais. E o PT usou e abusou do dinheiro público, organizando eficazes esquemas de corrupção. O caso mais conhecido – e sombrio – foi o de Santo André, no ABC paulista. Lá montaram um esquema de caixa 2 que serviu, inclusive, para ajudar a financiar a campanha presidencial de Lula em 2002. Deve ser recordado, que auxiliares do prefeito Celso Daniel, assassinado em condições não esclarecidas, hoje ocupam posições importantíssimas no governo (como Gilberto Carvalho e Míriam Belchior).

Antes da vitória eleitoral de 2002, os petistas já gozavam das benesses do capitalismo, controlando fundos de pensão de empresas e bancos estatais; e tendo participação no conselho gestor do milionário Fundo de Amparo ao Trabalhador. Os cifrões foram cada vez mais sendo determinantes para o PT. Mesmo assim, consideravam que a “corrupção companheira” tinha o papel de enfrentar o “poder burguês” e era o único meio de vencê-lo. Em outras palavras, continuavam a menosprezar a democracia e suas instâncias.

Chegaram ao poder em janeiro de 2003. Buscaram uma aliança com o que, no passado, era chamado de burguesia nacional. Mas não tinham mudado em nada sua forma de ação. Basta recordar que ocuparam mais de 20 mil cargos de confiança para o partido. E da noite para o dia teve um enorme crescimento da arrecadação partidária com o desconto obrigatório dos salários dos assessores. Foi a forma petista, muito peculiar, de financiamento público, mas só para o PT, claro.

Não satisfeitos, a liderança partidária – com a ativa participação do presidente Lula – organizou o esquema do mensalão, de compra de uma maioria parlamentar na Câmara dos Deputados. Afinal, para um partido que nunca gostou da democracia era desnecessário buscar o debate. Sendo coerente, através do mensalão foi governando tranquilamente e aprovando tudo o que era do seu interesse.

O exercício do governo permitiu ao PT ter contato com os velhos oligarcas, que também, tão qual os petistas, nunca tiveram qualquer afinidade com a democracia. São aqueles políticos que se locupletaram no exercício de funções públicas e que sempre se colocaram frontalmente contrários ao pleno funcionamento do Estado democrático de Direito. A maior parte deles, inclusive, foram fieis aliados do regime militar. Houve então a fusão diabólica do marxismo cheirando a naftalina com o reacionarismo oligárquico. Rapidamente viram que eram almas gêmeas. E deste enlace nasceu o atual bloco anti-democrático e que pretende se perpetuar para todo o sempre.

As manifestações de desprezo à democracia, só neste ano, foram muito preocupantes. E não foram acidentais. Muito pelo contrário. Seguiram e seguem um plano desenhado pela liderança petista – e ainda com as digitais do sentenciado José Dirceu. Quando Gilberto Carvalho disse, às vésperas do Natal do ano passado, que em 2013 o bicho ia pegar, não era simplesmente uma frase vulgar. Não. O ex-seminarista publicizava a ordem de que qualquer opositor deveria ser destruído. Não importava se fosse um simples cidadão ou algum poder do Estado. Os stalinistas não fazem distinção. Para eles, quem seu opõem às suas determinações, não é adversário, mas inimigo e com esse não se convive, se elimina.

As humilhações sofridas por Yoani Sánchez foram somente o começo. Logo iniciaram a desmoralização do Supremo Tribunal Federal. Atacaram violentamente Joaquim Barbosa e depois centraram fogo no ministro Luiz Fux. Não se conformaram com as condenações. Afinal, o PT está acostumado com os tribunais stalinistas ou com seus homólogos cubanos. E mais, a condenação de Dirceu como quadrilheiro – era o chefe, de acordo com o STF – e corrupto foi considerado uma provocação para o projeto de poder petista. Onde já se viu um tribunal condenar com base em provas, transmitindo ao vivo às sessões e com amplo direito de defesa? Na União Soviética não era assim. Em Cuba não é assim. E farão de tudo – e de tudo para o PT tem um significado o mais amplo possível – para impedir que as condenações sejam cumpridas.

Assim, não foi um ato impensado, de um obscuro deputado, a apresentação de um projeto com o objetivo de emparedar o STF. Absolutamente não. A inspiração foi o artigo 96 da Constituição de 1937, imposta pela ditadura do Estado Novo, honrando a tradição anti-democrática do PT. E o mais grave foi que a Comissão de Constituição e Justiça que aprovou a proposta tem a participação de dois condenados no mensalão e de um procurado pela Interpol, com ordem de prisão em mais de cem países.

A tentativa de criar dificuldades ao surgimento de novos partidos (com reflexos no tempo de rádio e televisão para a próxima eleição) faz parte da mesma estratégia. É a versão macunaímica do bolivarianismo presente na Venezuela, Equador e Bolívia. E os próximos passos deverão ser o controle popular do Judiciário e o controle (os petistas adoram controlar) social da mídia, ambos impostos na Argentina.


O PT tem plena consciência que sua permanência no poder exigirá explicitar cada vez mais sua veia anti-democrática.

Marco Antonio Villa é historiador e professor da Universidade Federal de São Carlos (SP)

RODOVIA BA-381 – Uma Pseudo-rodovia – Até Quando?

“Qujingue ainda não passou da fase de engatinhar como um município verdadeiramente emancipado, tamanha tem sido a subserviência a que os seus representantes. (...) Nas últimas décadas temos observado no povo uma certa vontade de se livrar dos grilhões do esquecimento a que sempre estiveram amarrados. (...) O descontentamento do povo produziu efeitos práticos com a eleição, há um ano. (...) O novo grupo que se inaugurou no poder municipal era o novo depositário das esperanças do povo, e a este grupo incumbe à responsabilidade de traduzir em fatos os ideais que tanto defendiam. (...) Sabemos, contudo, e o próprio povo tem essa consciência, que não se promove uma mudança num piscar de olhos (...), mas não podemos fechar os olhos aos contrassensos que vêm ocorrendo em diversos setores do novo governo, (...) com práticas que parecem copiadas e xerografadas doutras que tanto combateram.

Sabemos que, no governo, há pessoas que comungam do que aqui expressamos, e clamamos pela intervenção dessas pessoas com vistas a frear o que de ruim vem ocorrendo e a acelerar o que de bom existe e pode se multiplicar. (...) Vamos lá! Ainda é tempo e sempre será tempo para as boas práticas verdadeiramente políticas!”. LEIA O TEXTO NA ÍNTEGRA.


Leia o texto de Enaldo Brito

É “imperiosa a necessidade de inovações de práticas políticas que respaldem a possibilidade de as pessoas se libertarem dessa dependência patológica de estar sempre a depender de uma vaga ou boquinha nas variadas esferas de governos”

(Texto a seguir foi postado por Enaldo Brito na seção dos “comentários” da postagem “Socialismo e Capitalismo, Cuba e os Médicos” de Valdemiro Cavalcante)

Socialismo e Capitalismo, Cuba e os médicos


No texto a seguir (Socialismo X Capitalismo), Valdemiro Cavalcante discorre sobre o Socialismo e o Capitalismo, expondo suas diferenças enquanto regime político e econômico. O texto faz crítica ao regime ditatorial de Cuba, país cujo qual mandou médicos para o Governo do Brasil por intermédio do Programa Mais Médico. Valdemiro faz vários questionamentos sobre o tratamento dado a estes profissionais pelo Governo de Cuba. LEIA O TEXTO.


Betinho fala da tentativa de intimidação que sofreu por conta dos textos que escreveu sobre o prefeito Almirinho e governo

Essa semana, por meio do texto “A imaturidade do Gestor”, Betinho fala sobre a intimidação que sofreu por conta do texto que ele escreveu na semana passada (VER), pelo qual fez críticas ao prefeito Almirinho e sua administração. Afirma não temer ameaças e não retira nenhuma vírgula do que ele falou naquele escrito. Betinho destaca sobre a importância do acesso a informação de fatos de interesse público e das razões de protestarmos contra a administração de Almirinho. LEIA O TEXTO NA ÍNTEGRA

Pesquise no Folha da Vila


Curta nossa página no Facebook

 
Support : Your Link | Your Link | Your Link
Copyright © 2013. Folha da Vila - All Rights Reserved
Template Created by Creating Website Published by Mas Template
Proudly powered by Blogger