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QUIJINGUE: Orçamento público é um “faz-de-conta”, uma enganação | 3ª Carta aos cidadãos desatentos

Nesta carta aos meus amigos e minhas amigas que acompanham cotidianamente este blog, vou falar um pouco sobre as matérias que discorrem sobre o orçamento público da prefeitura de Quijingue.

Observem o quanto estas áreas são desprezadas pelo poder público local. A Agricultura e o Meio Ambiente são duas áreas consideradas importantes para um município proeminentemente rural como é Quijingue. Grande parte da população vive a partir da agricultura de subsistência e da pecuária, com a criação de animais em pequenas propriedades de terras, e são brutalmente desassistidos pelo poder público local.

A matéria revelou que não houve nenhum investimento do governo local para estes setores, ou seja, zero centavo de investimentos na Agricultura e no Meio Ambiente. O orçamento público, na verdade, tornou-se um projeto fictício, um “faz-de-conta”, o qual é elaborado apenas para cumprir um preceito constitucional, mas depois o governo faz o que bem quiser, não precisa se preocupar em cumprir as metas e as ações previstas. É esse o significado de orçamento público transmitido pelo governo de Quijingue.

Pelo que se observa, o Plano de Governo é composto de ações fictícias, apenas para documentar, sem nenhum compromisso para concretizá-las. Em 2013, por exemplo, estava previsto a construção de um matadouro municipal no valor de R$ 64 mil, como a ação não foi concretizada, a prefeitura replanejou para 2014, orçando em apenas R$ 10 mil. Se a prefeitura não conseguiu construir o matadouro alocando R$ 64 mil, como é que conseguirá construí-lo com apenas R$ 10 mil?

O mesmo ocorreu com a construção do parque de exposição, que estava previsto R$ 120 mil, em 2013, e, em 2014, a prefeitura orçou em apenas R$ 1.400,00. Incentivo a exploração da apicultura, era de R$ 50 mil, baixou para R$ 10 mil. Incentivo a produção de laticínios, de R$ 70 mil, reduziu-se para R$ 5 mil.

Outras ações previstas para 2013 também não foram realizadas, como a construção de aguadas, barragens e açudes, construção de casas de farinha, aquisição de mudas de plantas frutíferas e ornamentais, recuperação de áreas degradadas, revitalização da cultura do sisal, implantação da casa do mel, arborização de áreas urbanas e rurais, implantação de áreas de experimentação agrícola, construção de um centro de comercialização, implantação de irrigação em pequenas propriedades rurais.

Conclusão: as ações do plano de governo previstas no orçamento público são fictícias, ou seja, o governo não tem nenhum compromisso em executá-las.

Autor: Inocêncio Cavalcante (LAU)

1 comentários:

  1. Não vou me ater as questões do orçamento de Quijingue, mas quero deixar a minha impressão sobre o Partido do Trambique (PT), que só serviu e serve até o momento para denigrir a imagem do país lá fora. Vejam o que aconteceu ontem com o jornalista do grupo Bandeirantes, o que aconteceu com o mensaleiro Henrique Pizolato, a vergonha do programa Mais Médicos com a relação aos escravos da Ditadura Cubana apoiada por Dilma e seus aloprados. É triste ver que por trás de cada médico cubano trabalhando no Brasil há um araponga vigiando 24 horas, o profissional não pode sair da cidade onde trabalha para outra sem prévia autorização do araponga de plantão. Logo o navio negreiro do século XXI,chamado de OPAS é uma balela, serve para enganar os desavisados médicos cubanos que sem perspectiva na ilha, acabam embarcando numa fria, cabe ao Ministério Público do Trabalho investigar e denunciar este horrendo crime praticado contra os médicos cubanos e obrigar o Ministério da Saúde pagar a eles o valor correto e não massacrar esses profissionais para ajudar a manter esse câncer chamado de irmãos Castro. Se esse governo que está aí tivesse compromisso com os direitos humanos, há muito já tinha descartado essa ditadura falida que mancha a imagem do Brasil, se é que nosso país depois de tantos desacertos ainda tem alguma credibilidade.

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